sábado, 19 de fevereiro de 2011

Bom, gente, hoje eu vou postar um texto sobre o amor e suas dores... Para muitos, esse tipo de tema parece ser chato, mas eu decidi postar porque amanhã (20/02/2011) é um dia que seria especial para mim, mas que há 5 ou 6 meses não existe mais significado, é como um dia qualquer... Quem me conhece, sabe do que estou falando... Ele ainda me faz falta, mas não vou ficar me lamentando porque o que teve de acontecer, aconteceu, prefiro lembrar dos momentos bons que passei!!
Não sei se ele vai ler isso, mas se ler, saiba que isso aqui é pra você: 3 anos se passaram, e há 5 meses atrás passei a não poder te tocar, te abraçar, te beijar, mas saiba que o que eu sinto por você ainda é muito forte e impossível esquecer!!! TE AMO, J...
Eis o texto!!!

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, 
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

4 comentários:

  1. Olá, a 1º vez que comento HAHA já acompanho desde o inicio e só agora comentando HEHE fazer o que neh? HEHE, tem-se a primeira vez, mas vamos lá, muito interessante essa complexidade chamada "AMOR",é meio difícil dizer algo sobre isso pois nunca vivenciei essa complexidade, mas de certa forma eu a entendo, espero um dia vivencia isso
    Muito Bom o post, Parabéns
    Bju's ;*

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  2. Hey Laurinha, nunca experimentei algo assim, mas, tbm há outras dores de amor, comopor exemplo ter que abandonar uma pessoa querida pra que ela possa ser feliz...

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  3. Eu sei o que é issae...

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